Depois de uma experiência frustrante,é comum na nossa espécie,e até em outras, nós ficarmos um pouco vulneráveis,sendo mais direta,carentes.
Acho que a carência é um dos maiores caos da humanidade e que deveria mesmo ser erradicada,como uma doença grave ,seriamente considerável.
Vejo que ao longo de minha não tão longa vida,por assim dizer, que todas as vezes que vi as pessoas de minha convivência ou ao meu redor,sendo tomadas pela carência,não deu outra,com o perdão da expressão: DEU MERDA! Não tente me analisar como alguém com uma visão de vida detertupada ou pessimista, e sim como alguém que está relatando apenas o que vê,sendo de forma pessimista ou não,esta não sou eu quem determinei. É certo, tudo que acontece tem dois lados, e também é muito sábio pensar, que , nem sempre as coisas são tão negativas ou ruins como pensamos, e que sempre no fundo aprendemos com tudo que nos acontece,mas,é certo também que o que aprendemos pode não ser assim por dizer,algo bom.
Geralmente, o que fica de resultado de esperiências mal sucedidas em razão de impulsos de carência,são frustrações,medos, mágoas e angústias. Algo que nos ensina muitas coisas,mas que nos torna mais duros. Em meu caso,posso afirmar,que sim aprendi muita coisa com meus sofrimentos ao longo de minha vida, mas posso afirmar com mais certeza ainda que, gostaria muito mais de não ter aprendido! Não pelo menos dessa forma.
Acho tão primata,nós em 2008, ainda termos de aprender as coisas desse jeito,não consigo me conformar, e aí que vemos o quanto o Homo Erectus evolui desde então. As pessoas de hoje são tão confusas,que nem ao menos conseguem resolver aflições tão antigas do ser humano dentro de si, que ou cometem barbaridades,ou vivem em suas próprias paranóias. A carência do mundo moderno,com suas tantas invenções e peripécias,ainda não conseguimos sanar nossa maior sede,a de amor, aquela que não se compra,não se empresta,não se aluga,apenas acontece, de forma inexplicável , nem sempre de forma recíproca,mas que de certo é algo que o homem ,passa
a vida a almejar.
É, talvez já exista essa vacina contra carência, tão rara ,tão simples e por isso tão difícil de se encontrar, vacina de amor,vamos lá!Vamos nos erradicar, amor,de qualquer forma,vacina de amor próprio em primeiro lugar!
sábado, 9 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Com o coração na mão

Vou fazer um eletrocardiograma
Pra ver se eu encontro assim
a razão das minhas subitas palpitações
Vou fazer um de sangue também
pra ver se o açucar em minhas veias
não está tão alto a ponto de me matar
Busco em minha hipocondria,
um lugar perfeito pra me alienar,
do pânico eu uso,só pra não lembrar
de nada que esta acontecendo
Acho que ainda não digeri muito bem uma verdade
de que eu sei muito bem o porque de meu coração
estar doendo...
algo que as máquinas ainda não detectam
Mas que meu coração não consegue ignorar
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Um dia de tanto querer,há de ser

Eu acho que sempre quis
ver o mundo de acordo com as cartas do meu baralho
mas meu castelo ruiu,e minhas cartas estão todas embaralhadas
aos pedaços,eu procuro,indo reuni-las uma por uma
lembrando o que cada uma significava
fui e vou assim,recolhendo sonho por sonho
desejo por desejo,anseio por anseio
e me perguntando
Será que minhas cartas não eram tão boas?
Será que eu devia ter colocado-as em posições diferentes ou
simplismente nem ter usado aquelas cartas
me culpar,é o subterfúgio da minha mente
esquecer de cada m,ão ou cada tempestade que abalhou
meu frágil castelinho
hoje ouvi de uma sábia pessoa que se culpar
não é a melhor opção e não diminui a dor
quando nós soubemos que fizemos tudo que esteve ao nosso alcance
Um dia eu vou conseguir esquecer o meu antigo castelo
Só desejo esquecer,não me lembrar de como era,muito menos de como poderia ser
Se os ventos vieram ao revés de meu castelo,não há mais nada que eu possa fazer
Quero tanto esquecer de tudo
De tanto que quero,sei que posso,e há de ser
Muito obrigado a todos aqueles que estão se empenhando em me ajudar ,a outro castelinho construir!!
Com vocês sei que posso,é essa desiluzão toda posso vencer!!
Dedico a sábia Day,que sei que posso contar!
Camilla Moreno de Godoi
domingo, 25 de novembro de 2007
Tenho sede(flores amarelas)

Tenho sede
Não de águas que brotam em fontes ou em minas
minha boca seca,
por tudo que eu ainda não sei
Os lugares que não conheci
e as músicas que insanamente ainda não cantei
As responsabilidades pelas quais ainda não reclamei
Pelos desfiles que não assisti
Pelos ensaios que ainda não estilizei
Pelas caminhadas diárias pela avenue
Raymond Poincaré,6
Pela pérola alva da minha vida,
Minha filha que ainda nem conheci
que nem ao menos a gerei
Por toda forma de amor,por todas madrugadas
loucas gargalhadas,palavras malucas ou acertadas que ainda não proferi
Olho pras flores amarelas em meu lavabo
a sonhar mais do que já vi, em minhas quase duas dezenas de vida
Tenho sede de amigos,de pessoas,de carinhos,de choros emocionados
Tenho sede de mais,muito mais que que essas flores amarelas que estão aqui
Virgem ascendente em escorpião

Hoje acordei em meios de devaneios dolorosos
Délirios que passam do meu pulmão físico
até meu sentimental coração
Fatos que me remontam dor até os ossos
Atigem meu encéfalo psicológico,
bloqueiam minha asmática respiração
Tentei dormir,não me esqueci
Chorei entretudo,não consegui perder a ilusão
Escutei perólas,músicas,sábias canções
tentei ficar em paz com a minha guerra como o poeta,
ainda não sei dizer se foi em vão
Tentei apagar dezenove primaveras,tentei me esquecer
de todos seus equinócios
Hoje estou tentando deixar escapar a fênix
De meu ascendente em escorpião
Hoje espulso Deméter,esqueço Perséfone,repudio Hades
Tento me lembrar de agir com clareza,temperança,e análise
De meu sol em virgem
Hoje acordei com incrível encantamento
Por virgem ascendente em escorpião
sábado, 10 de novembro de 2007
O poema e eu

"Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento,a tempo Eu acordei com medo e procurei no escuro Alguém com seu carinho e lembrei de um tempoPorque o passado me traz uma lembrançaDo tempo que eu era criança E o medo era motivo de choro Desculpa pra um abraço ou um consolo Hoje eu acordei com medo mas naum chorei Nem reclamei abrigo Do escuro eu via um infinito sem presente Passado ou futuro Senti um abraço forte,já não era medo Era uma coisa sua que ficou em mim,que não tem fim De repente a gente vê que perdeu Ou está perdendo alguma coisa Morna e ingênua Que vai ficando no caminho Que é escuro e frio mas também bonito Porque é iluminado Pela beleza do que aconteceu Há minutos atrás"
(O poema ,Cazuza e Frejat)
Hoje eu acordei assim
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Vou indo sem mim

Nos tropeços dessa vida,
não sei bem qual dos inúmeros,
eu me perdi
Pois quem cai,já de prima
teme a queda
que se sucede,uma ,duas,
três,quem vai saber?
A cada queda que sofri
eu senti,um pouco de mim indo embora
um pouco de mim se esvair
A cada queda"menos dor"
a cada queda menos eu
a cada dor mais negação
a cada negação menos sofrimento
Pensara depois de tantos tombos,
o melhor é se ignorar
pois se nada dá certo,de nada iria me afetar
Pobre e desesperador pensamento
pois quem foge de si,foge da vida
quis fugir da vida
e hoje vive infeliz
Quis amar imensamente
brecadas bruscas foi o que recebeu
quis chorar ineterruptamente
De tanto chorar,cansou-se
de tanto sofreu resolveu se ignorar
de tanto sonhar,quis realidade
de tanta realidade,já não sabia mais sonhar
E vai vivendo assim
Vou indo sem dor
Vou indo sem mim
não sei bem qual dos inúmeros,
eu me perdi
Pois quem cai,já de prima
teme a queda
que se sucede,uma ,duas,
três,quem vai saber?
A cada queda que sofri
eu senti,um pouco de mim indo embora
um pouco de mim se esvair
A cada queda"menos dor"
a cada queda menos eu
a cada dor mais negação
a cada negação menos sofrimento
Pensara depois de tantos tombos,
o melhor é se ignorar
pois se nada dá certo,de nada iria me afetar
Pobre e desesperador pensamento
pois quem foge de si,foge da vida
quis fugir da vida
e hoje vive infeliz
Quis amar imensamente
brecadas bruscas foi o que recebeu
quis chorar ineterruptamente
De tanto chorar,cansou-se
de tanto sofreu resolveu se ignorar
de tanto sonhar,quis realidade
de tanta realidade,já não sabia mais sonhar
E vai vivendo assim
Vou indo sem dor
Vou indo sem mim
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