"A vida em um breve comentário"

"Pare e pense."

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Não mais que outono


Quando caia o outono,e o quinto dos meses se iniciava

tais fatos me remetiam irremediavelmente a você

Me dei conta que hoje,maio é mais

mais que você,de que coisa alguma resta de ti em meu ser


Descobri nos últimos tempos,que existe vida sem você

eu existo sem você,sou alguém sem pensar em você

e que pronunciar seu nome hoje não me é mais dor

ficou sendo nada,ficou sendo tudo que sempre foi...mas que nunca conseguia ver


Maio esta sendo apenas maio,

esta sendo o que ele sempre devia ser,

nada demais,que é o que é agora você

E todas minhas lágrimas,tão com sentimentos derramadas um dia,

Parecem-me hoje exageradas,descabidas,sem sentido


Levou um tempo pra perceber,algo tão simples

mas que em estado de amor não conseguia ver

que entre todos agora na multidão

você se tornou apenas mais um,finalmente saiu da minha mente e de meu coração!


Penso que estar escrevendo sobre ti,ainda é demais,pra tal pessoa

que hoje não significa nada mais pra mim,

mas precisava registrar o dia em que enfim,

você se tornou pra mim o que eu sempre fui pra você,insignificante nada em meu ser


E ainda que foras o primeiro de meus amores

és nada por ter me dado em troca nada além do seu desprezo

nem seu respeito,nem sua consideração

nem sua amizade,ouso dizer que hoje és menos pra mim do que fui pra ti


Que não vejam despeito em meus versos

e raiva em minhas palavras

só vejam sinceridade no que eu digo,

na humanidade em que aqui eu falo


No embate dos atos alheios para conosco,

de duas uma pode ocorrer,

ou se tornar algo que não se esquece,

ou se tornar algo tão fútil,que só resta esquecer


incrivelmente humano perceber,como as coisas mudam

como as cartas se erguem,sem mesmo se ver

ou notar ou perceber,

as pessoas são mesmo,fruto do que são pra nós


E mesmo com saudade do que eu sentia

hoje já não sei mais te amar,

não te conheço,

Só mesmo falta sinto do amor que sentia ,da alma que ama


Sinto falta dos sintomas, da força

e dos sonhos

Hoje já não sonho mais com amor

nem mais com flores,nem mais contigo

No mais amargo dos meus outonos,

maio hoje é mais doce quase imperceptivelmente,

por não ter mais a dor que era pra mim amar-te
amor com amor não se paga,mas também não se alimenta



Para aqueles que sofrem a dor da desilusão,saibam que ela um dia passa,e mesmo que fique vazio por um tempo,o outono dá lugar ao inverno,que dá lugar a primavera,que em setembro faz tudo de novo renascer,percebi que bonito mesmo é setembro o mês que renasce,e como setembrina,eu sempre soube renascer.

domingo, 27 de abril de 2008

Perdendo os dentes


Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão

Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém

Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão

Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém

Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

sábado, 5 de abril de 2008

As meninas


Certa vez,não me lembro bem,acho que muito pequenina posso dizer,me disseram que,falar sobre feridas que ainda doem era um dos atos mais corajosos que um ser humano poderia enfrentar.

Pois bem hoje com Cecília desenterro um de meus maiores males,o que fora durante anos meu maior pesadelo real.É incrível como certas pessoas e acontecimentos mudam,as vezes tão radicalmente nossas vidas.Mas que desenterrar temores e desacorrentar fantasmas,em minha Teoria de conclusão de curso do meu técnico de Moda,esse ano chego a uma idade,que não me permite mais carregar fardos pesados de minha infância e adolescência,é mais do que hora de perseverar em direção ao futuro,e viver sem medo de eventuais "efeitos de repetição".

Pois bem então em desenvolvimento ao meu Tcc,que é algo parte biográfico(grande parte "as matter of fact"),eu desenterro minha quinta série,com os meus então onze para doze anos de idade,onde no primeiro livro do ano da lista era "Ou isto ou aquilo" de Cecília Meirelles.Eu que desde essa idade,já havia lido muitos livros,pois minha paixão por leitura vem de muitos anos,Cecília não me soava estranho,também no entanto, não me soava com extrema intimidade.

Naquela época estudava em um colégio mais conhecido certamente que o colégio em que passei todo o primário,colégio de bairro,junto com a quinta,eu que tinha passado por probelams com amiguinhas no outro colégio,tudo que eu queria,era fazer novas amizades,e deixar minha problématica quarta série pra trás.Tudo trascorria bem,até que fiz duas amigas que dividiam o mesmo nome,e pode acreditar,o mesmo signo.Nós éramos muito próximas,como unha e carne dizia nossos professores,tanto que no trabalho do livro de Cecília,fizemos uma apresentação cantada,que agradou tano a professora,que apresentemos para todo o colégio.Imagine nem era tão brilhante,porém ficara interessante musicalizar,um poema que já era quase uma música.

O poema era "As meninas",e me lembro de ter ficado irritada de me ter "sobrado" a doce e singela Maria,se você souber o poema,que vou colocar aqui,me entenmderia,ou não,hoje vejo,que nenhuma era melhor que Maria,só hoje vejo,que nem Arabela,nem Carolina,o que eu quero mesmo ser é um pouco mais Maria.Com o "papel" de Maria,eu cantava mais que as duas,e nossa apresentação foi bem aclamada.Tinhamos boas idéias,nossas peças nas aulas de teatro eram extremamente engraçadas,(tanto que até mesmo eu,que fazia parte,fiz xixi nas calças certa vez em cena!)enfim éramos em aprte as próprias meninas ,com algumas pequenas mudanças é claro.

Mas então,no ano seguinte as coisas ,mudaram e sem dar muitas explicações,elas começaram a me evitar,e dizerem que não queriam mais minha amizade.Não aquilo não poderia acontecer mais uma vez,eu pensava.Eu pedia explicações que o colégio e a sala inteira pareciam entender menos eu,ofensas,que uma pessoa como eu jamais lanaçaria á alguém,acho que isso me machucou muito,nunca ofenderia a mãe de ninguém,Meus princípios jamais me permitiriam.Mas com tais alegações,convenceram muita gente,que me ofendiam,lançavam olhares de repúdio,desde na perua escolar(eu ia pra escola com uma delas)até hora do intervalo.Ofensas,papeizinhs tacados em mim,piadinhas,músiquinhas,e eu se já não bastasse minha dor repentina de perder minhas queridas amizades,ainda tinha que sofrer uma malhação do Judas,por algo que eu sabia que não havia dito.Sofri assim por meses,e elas mantinham o que sempre diziam,meu sofrimento era tão doloroso,que eu ficava sozinha na escola,com vergonha daquelas pessoas que me julgavam tão cruelmente,e ainda a única companhia que tinha,depois descobri,que espalhava mais mentiras para elas.Certamente a escola nunca fora o meu lugar predileto,depois de tal experiência,ela deixou de ser para sempre,pelo menos até agora.

O que posso dizer é que eu com meus doze anos de idade,não tinha noção o que danos psicológicos como aqueles poderiam me trazer como consequência,não demoraria muito a descobrir,mas exatamente em meados de outubro,quando me mudei de horário,após meses de humilhações diárias,e acreditem a coordenação não puniu,nenhuma das agrssões morais e quase físcas,nenhuma delas.Quando me mudei de horário,tudo parecia ficar bem,não ia pra escola mais com frequência,e sentia que meus novos colegas,me aceitavam bem.Não precisou de uma semana,para que eu tivesse a primeira de muitas outras crises de uma doença que eu nem conhecia na época,lembro que cheguei na escola,e n primeira aula,vi tudo meio embaçado,senti tontura,meu coração disparava,uma falta de ar,mãos molhadas e frias,rosto quente e a pior das sensações,uma intensa,real e horrível sensação de morte.Para mim naquele instante,com treze anos recém completados de idade,que me lembro muito nitidamente ,para mim a sensação era que eu ia "desligar "a qualquer momento,assim com um descontrole total de mim,minha professora viu minha falta de cor quando fui a sua mesa,bambeando,e fui pra casa,com uma suspeita de fraqueza,depoiis de tudo que eu havia passado naquela escola,não seria estranho eu ter fraquezas.Algo em mim me dizia que não era falta de glicose no sangue meu problema,eu sentia com medo que era algo mais,pois minha percepção visula,auditiva e de ver ,sentir e pensar no mundo e em mim como ser humano havia mudado,era como se eu estivesse acorrentada em mim,e sem o menor controle do meu corpo.Passaram se os dias e as crises eram constantes,entre a primeira e a segunda aula,no início,era só na escola,depois passava se em qualquer luagar que fosse,o que me trasformou em além de prisoneira do meu próprio corpo,prisioneira da minha própria casa.Me levaram a médicos,fiz até exames eletrocardiograma,encefalograma,e tudo parecia estar absolutamente normal,até o de sangue,nada de anemia ou coisa similar,até que uma viznha recomendou minha mãe que me levasse á um profissional especializado,ou seja um psicólogo,minha mãe que já havia me levado anos antes,por ser filha de pais separados,me levou a uma psicológa recomendada por uma prima minha que é psiquiatra.Fui diagnosticada rapidamente com uma doença que eu nunca havia ouvido sequer o nome,mas que eu me tornaria quase que doutora com o tempo,Síndrome do pânico.Síndrome do quê?Era o que eu pensava,mas o que mais me intrigava era o porque de eu ter desenvolvido aquela doença.O fato de eu ter tido depressão três anos antes,e o fato de muitas frustrações em minha vida,inclusive a recente com minhas melhores amigas e todo o colégio,não parecia claro em minha cabeça pré adolescente.

Fiz terapia,fui entendendo muitas coisas,fui me conhcendo e com o tempo eu fui melhorando,nunca cem por cento,mas aliviada por não ter mais crises violentas como as do princípio,mas o trauma de colégio,mesmo que subconcientemente,desse eu nunca mais me livrei.

Fui vivendo,lutando bravamente dia-a-dia com essa dença que não tem cura,e que como um vício ,cada dia é um dia pra se vencer,e tive outras muitas mais dores em função de essa simples frustração de infância,até parei de estudar no colegial ,me trazendo uma atrazo de dois anos em minha formação,e trazendo outras frustrações com que lidar,mas acima de tudo,eu agradeço a vida,porque ,sem toda essa experiência,eu jamais seria a pessoa mais humana,que melhor entende as pessoas,e mais sábia que sou hoje,não teria conhcido pessoas que me ensinaram muito,lugares,livros ,filmes,músicas,nem teria morado com meu pai( quero dizer mais com a minha vovis querida que com ele)e com minha madrasta e descoberto que viver sem minha mãe e4ra bem mais difícil,não importa que nós sempre brigamos e que eu discorde de muitas coisas que ela faz,e até como ela me criou,mas muito o valor que ela tinha e tem pra mim.Não teria descoberto nem conhecido a pessoa que mais todos deveríamos conhecer melhor,eu mesma.

De nada disso teria sido minha vida,nem mais interessante,nem menos sofrida,porque o sofrimento ensina e muito,agradeço todos os dias.Aprendi e ainda aprendo a cada dia,que,quanto mais conhecimento que se tem,mais responsabilidade para lidar com ele tem que se ter,e isso as vezes traz bastante dor,mas também traz algo muito divino,algo que a ignorância e a normailidade nunca poderiam dar.Aquele sentimento de que mesmo que você sofra,e saiba que o mundo ainda é injusto e arcaico em relações as inúmeras diferenças que as pessoas têm,eu sinto que eu sou uma pessoa toda especial na minha singularidade em relação á mim mesma,e igual em relação a minha humanidade.Acho que aos onze,antes de tudo isso que ocorreu em minha vida,não sabia da grande impotância de Maria em nossas vidas.Como Maria perdoei as menians que tanto me fizeram sofrer,pois pior que não ser perdoado,e viver sem perdoar alguém.



As meninas (Cecília Meirelles)


Arabela

abria a janela.


Carolina

erguia a cortina.


E Maria

olhava e sorria:

"Bom dia!"


Arabela

foi sempre a mais bela.


Carolina

a mais sábia menina.


E Maria

apenas sorria:

"Bom dia!"


Pensaremos em cada menina

que vivia naquela janela;

uma que se chamava Arabela,

outra que se chamou Carolina.


Mas a nossa profunda saudade

è Maria,Maria,Maria,

que dizia com voz de amizade:

"Bom dia!"

sábado, 29 de março de 2008

Admirável velha infância


Por que brinca comigo,

se de princípio não brincava com você?
Mas que asneira,tudo desde o ínicio

não passava de tola brincadeira.


Aprender a brincar estou,

com a vida não adianta grandes pretenções

nada está ao nosso controle,

nada é concreto demais,que não possa ser mudado.


A vida é mutável

desprentencioso jogo de sonhos e situações

Com um gostinho inegualável,não há dor que não passe

nem estado de graça que perdure,nem pessoas que não mudem.


Disse o bardo certa vez que,

"Não precisa mudar de amigos,se conseguir compreender que os amigos mudam"

Não precisa tentar mudar o tempo todo,a vida já o faz por você

Apenas se contente em manter pensamento avante,não há dor que vale a pena manter


Outro grande poeta disse também,

"Que não fosse imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure"

Que nunca nós homens ousemos querer o eterno,posto que é divino


Que apenas ousemos em querer o que a humanidade nos permite,

a espera de ser

Deixemos o resto ao destino,ao acaso

e a humilde centelha divina que nos pertence.


Tentemos ler mais livros e poemas

Ouvir mais diversas músicas e melodias

Peças e filmes,

Pois a arte brinca de pensar na vida,e o que seria a vida além de uma doce confusão?


"Um dia a vida voltará a ser como era antes, inocente e despretenciosa,

daí voltaremos a sermos o que realmente somos ,e ao paraíso poderemos retornar"

terça-feira, 25 de março de 2008

Cette Fille


Observe aquela menina,

De olhos grandes e curiosos

de longos cabelos castanhos,de pele alva

observe aquela pequena menina


Ela vive muito em sua própria casa,gosta do que é seu

Não se vê rodeada de muitos amigos,mas sempre se vê rodeada de alguns bons

Muito se vê ela falando sozinha,fama de quieta quando menina,quando só uma tremenda tagarela


Observo aquela menina,que parece nunca estar aqui

Ela não é como as outras crianças,nunca quis conquistar o mundo,apenas o dela

Talvez porque o mundo dela seja bem maior e interessante que o pobre mundo dos outros mortais


Ela não se prende a convenções,minto,se prende,as suas próprias convenções

Ela não quer o popular,ela quer o íntimo

Ela sabe desde muito pequena que quem quer de tudo,acaba com coisa alguma

Ouso dizer que sempre muito sábia essa menina


Ela supera tudo,sangra rios por dentro,mais que sua meninice poderia logicamente suportar

Mas ela é forte,determinada,pra ela mesmo com sua cara de descrente,intimamente

a vida sempre foi algo que vale a pena perseverar

E ela não sabia o que a vida ainda iria lhe preservar


Aquela menina,pequena menina,sim a do terceiro andar

isso mesmo da escada que tem como letra sua inicial

Muito estranha aquela menina,nunca faz nada no tempo certo

Sempre esta atrasada em seus compromissos,sempre muito adiantada em relação a seus contemporâneos


Seria uma pequena Amélie?Ou uma pequena Jane,ou Elizabeth?

Seria uma pouco de todas,seria nenhuma

Ela é única,singular,peculiar

E talvez nem esteja sendo certa ao descreve-la


Pouco se sabe sobre ela,só vejo em seu olha perdido as vezes

tentando encontrar alguém como ela,que possa fazer com que sua angústia tenha fim

Ela procura todo dia até hoje,que já não é mais pequenina

Alguém que tenha o seu mesmo olhar.


Pobre daquela menina,um dia talvez seu destino,um olhar poderá atravessar

Toute Seule...


Acordei em minha vida hoje,como em quase todos os dias

Senti um enorme desânimo fulminar entre minhas entranhas,

Pude perceber este, minando qualquer boa sensação em mim.


Eu espero dia-a-dia que isso passe logo,

que minha vida logo comece,

e temo que esta já tenha se iniciado há tempos e eu aqui entre meus devaneios,

negligente demais com a felicidade,não tenha notado.


Me sinto como o homem de ossos de vidro,cansada demais pra lutar

para otimizar,para esperar,

Outrora já disse,vou indo sem dor,vou indo sem mim.


Um jeito muito cruel e morno de viver esse, ah sim!

No enredo da vida espero o tão sonhado e eterno ato da felicidade

Mais a vida escritora parece não se interessar por esta personagem aqui,

viverei como Clarice,que de nada esperava da vida,apenas a morte,de sua dor apenas


Viverei de prolixidades,de sarcarmos,de ironias bem sacadas

Viverei apenas de encéfalo,calarei meu coração

que vive de esperanças bobas e sonhos futéis,que só me trouxeram solidão


Viverei assim,pois,não poderia viver de outro jeito,que não me venham com otimismos místicos

e esperanças infundadas,que não me venham com promessas de amor não justificadas

Sou racional,cerebral,apenas por meu encéfalo ter sido bem mais competente nessa vida

que meu coração,vou,não, sou,toute seule.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Pessoas


Na vida,desde o primeiro suspiro

sempre houve ao menos uma pessoa

A o decorrer desta,várias pessoas passam

mas apenas algumas ficam,

e mais poucas ainda marcam

Umas te desiludem,

outras te ensinam a sonhar novamente

Umas te encantam,por hora as vezes te decepcionam

poucas são as que não te decepciona

Pessoas e pessoas...

Todas na humanidade igual,

mas em sua essência diferentes

Mesmo em lástima ,

nunca nos cansamos de pessoas

Porque somos pessoas,somos humanos

somos essência,somos átomos

e vivemos em integração

Vivemos em interdepedência,

mas,mais do que isso

precisamos de pessoas para viver o melhor

que esta vida pode nos oferecer

uma coisa que todos buscam,mas que nem todos a acham

quatro letras como os quatro elementos,esta força que move nós pessoas

Pessoas vivem por amor!